terça-feira, 24 de agosto de 2010

REAÇÕES

O mundo tem sido cada vez mais assolado por conflitos de todos os tipos. E há um conflito que sempre nos rodeia em um lugar específico: dentro dos nossos corações. Você já reparou que somos incrivelmente mais inclinados à vingança do que à conciliação? Certa noite, fui com um amigo à banca de jornais. Ele comprou o jornal, agradecendo cortesmente ao jornaleiro. Este, nem se abalou. ‘Camarada mal educado, não é?’, eu comentei. ‘Ah, ele é sempre assim!’, respondeu meu amigo. ‘Nesse caso, por que você continua sendo delicado com ele?’, indaguei. ‘Por que não? Por que eu iria deixar que ELE decidisse como eu devo agir?’" Pensando mais tarde nesse incidente, ocorreu-me que a palavra importante era AGIR. Meu amigo AGE com relação aos outros; quase todos nós REAGIMOS. Por que não mudamos o nosso comportamento? Não podemos mudar o mundo, mas certamente podemos influir de maneira positiva no ambiente ao nosso redor.
 "Faça aos outros o que gostaria que fizessem a você". (Mateus 7:12)

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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

A maior bronca que já levei

Tínhamos uma aula de Fisiologia na escola de medicina logo após o Carnaval. Como a maioria dos alunos havia viajado aproveitando o feriado prolongado, todos estavam ansiosos para contar as novidades aos colegas e a excitação era geral. Um velho professor entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio. Com grande dose de paciência tentou começar a aula, mas você acha que minha turma correspondeu? Que nada. Com certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente. Não adiantou, ignoramos a solicitação e continuamos firmes na conversa. Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e deu a maior bronca que eu já presenciei.

Veja: o que ele disse.

Prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez, disse, levantando a voz e um silêncio carregada de culpa se instalou em toda a sala e o professor continuou. -"Desde que comecei a lecionar isso já faz muito anos, descobri que nós professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos esses anos observei que de cada cem alunos apenas cinco são realmente aqueles que fazem alguma diferença no futuro; apenas cincos e formam profissionais. brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; são medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil. O interessante é que esta porcentagem vale para todo o mundo. Se vocês prestarem atenção notarão que de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença; de cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de táxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; e podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais. É uma pena muito grande não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora,então teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranqüilo sabendo ter investido nos melhores. Mas, infelizmente não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto. Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá. Obrigado pela atenção e vamos à aula. Nem preciso dizer o silêncio que ficou, na sala e o nível de atenção que o professor conseguiu após aquele discurso. Aliás, a bronca tocou fundo em todos nós, pois minha turma teve um comportamento exemplar em todas as aulas de Fisiologia durante todo o semestre; afinal quem gostaria de espontaneamente ser classificado como fazendo parte do resto? Hoje não me lembro muita coisa das aulas de Fisiologia, mas a bronca do professor eu nunca mais esqueci. Para mim, aquele professor foi Um dos 5% que fizeram a diferença em minha vida. De fato, percebi que ele tinha razão e, desde então, tenho feito de tudo para ficar sempre no grupo dos 5%, mas, como ele disse; não há como saber se estamos indo bem ou não; só o tempo dirá a que grupo pertencemos. Contudo, uma coisa é certa: se não tentarmos ser especiais em tudo que fazemos se não tentarmos fazer tudo o melhor possível, seguramente sobraremos na turma do resto.

Você é 5% ou 95%?

MARKETING E GESTÃO EDUCACIONAL(Curso de Pós Graduação em Gestão Pública- Instituto Prominas)

NÚCLEO DE SABERES PEDAGÓGICOS - GUIA DE ESTUDO 3

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

REFLEXÕES SOBRE CRITICISMO

 Se lhe custa criticar, então faça-o; mas se lhe dá o mais leve dos prazeres, mantenha a boca fechada. . Quando foi julgar o meu próximo, vou imaginar-me na pele dele antes. . Antes de te enfureceres com as falhas de outra pessoa, toma tempo para contar até 10 - - dez das tuas próprias falhas. . Aquele que espreita por um buraco pode ver algo que o incomode. . Crítico: a pessoa que encontra um pouquinho de mal na melhor das coisas... . Uma testemunha ocular é melhor do que duas que tenham escutado rumores. . O que alguns inventam, outros aumentam. . Não há veneno como o da língua. De todas as armas de guerra, ela tem sido a maior quanto fica à solta. . Há tanta coisa boa no pior de nós todos e tanta coisa má no melhor de nós todos, que nenhum de nós está capacitado a falar de nenhum dos outros. . Se você tem que injuriar alguém, não fale - - escreva: escreva na areia perto da beira da água. . Quando ouvir falar dos defeitos de alguém, lembre-se que essa pessoa também deve ter algumas qualidades. . Tente corrigir o seu erro, nunca atribuir a culpa. . O costume de jogar a culpa sobre os outros começou no Jardim do Éden. O primeiro mecanismo de auto-defesa é culpar os outros. . Se alguém lhe pagasse 10 centavos a cada palavra simpática que você falasse sobre as pessoas, e lhe cobrasse 5 centavos a cada palavra desagradável, você ficaria rico ou pobre?
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domingo, 15 de agosto de 2010

Queixas e Críticas, Onde Está A Diferença?

Numa relação conjugal ou no relacionamento entre pais e filhos, vários fatores podem minar a estrutura da comunicação na família. Estudos apontam que os fatores que contribuem para desgaste de um relacionamento no contexto do casamento e da família são as palavras ditas impensadamente, atitudes ou gestos inadequados do dia-a-dia. Geralmente, uma grande crise é construída paulatinamente por estas pequenas coisas. Sem dúvida, a crítica está enquadrada nessas pequenas coisas que prejudicam uma relação familiar. Essas criticas, vêm embaladas com frases do tipo "você nunca" ou "você sempre". Por exemplo: "Você nunca me leva para jantar fora" ou "Você sempre chega tarde em casa". Isto não quer dizer que devemos deixar de expressar os nossos sentimentos. O que está sendo discutido é a maneira de verbalizá-los. Podemos nos queixar de uma determinada atitude do cônjuge ou dos filhos, mas criticá-los se torna perigoso e tremendamente prejudicial para a harmonia familiar. A linha divisória entre a crítica e a queixa é muito fininha. Certa vez, um marido reclamou da maneira com que a sua esposa se expressava em relação ao seu modo de vestir-se. "Você está ridículo com esta roupa!", ela sempre dizia quando ele colocava uma camisa quadriculada com uma calça listrada. Ao dizer dessa maneira, a esposa, sem perceber, estava atingindo a pessoa do esposo. Havia em suas palavras uma crítica, e não uma queixa. Ela poderia dizer: "Não gosto desta camisa sendo usada com esta calça". Neste caso, ela estaria expressando o seu sentimento, sem atingir a pessoa do esposo. Não é tão difícil nos adequarmos a formas mais justas de expressão, não é mesmo? O mesmo erro pode acontecer quando se chama a atenção dos filhos, por exemplo. "Fico muito triste quando vejo este quarto bagunçado desta maneira". Esta forma de dizer é muito melhor do que: "Você não tem jeito mesmo. É um bagunceiro. Veja como está este quarto!". Na primeira frase, nos queixamos. Mas, na segunda, há uma crítica que atinge a pessoa. Enquanto a queixa pode ser a expressão de um sentimento de angústia, raiva ou descontentamento, a crítica sempre contém uma acusação. Nós podemos expressar nossos sentimentos, sem fazer acusações à pessoa. Portanto, estejamos atentos em nossas verbalizações quando nos sentimos descontentes e angustiados. Podemos expressar nosso sentimento com uma queixa sincera, sem partir para a crítica.
 "Uma língua suave é árvore de vida". (Livro de Provérbios,15:4)

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