domingo, 13 de junho de 2010

A Conectividade gera sucesso

Qualquer produção significante só é possível mediante alguma conectividade. O que poderá produzir a melhor equipe de colaboradores se não estiverem conectados entre si? Que aprendizado poderá promover a melhor equipe de educadores se não estiver em conectividade com os educandos? Quão efêmeros serão os relacionamentos social, conjugal, educacional ou profissional se as pessoas não se dispuserem a conectar-se entre si?
A falta de conectividade pode gerar a esterilidade que sobra nas mais rotineiras produções, palavras e ações.
Conectividade é um estado de união entre duas ou mais pessoas formando uma rede interativa e sinérgica. A conectividade requer influência mútua, ação recíproca, às vezes em tempos distintos e às vezes simultâneos. Sem conectividade não há afinidade e sem afinidade não pode haver vínculos, e sem vínculos não pode haver comunicação eficaz que, por sua vez, causa a essencial comunhão produtiva. Sem conectividade entre as partes teoricamente comprometidas não haverá proveito em quase nada que se produza de fato, de verdade e de direito.
Tudo que acontece fora do habitual e, por alguma razão, parece fundir uma pessoa a um objeto ou a outra(s) pessoa(s) é conectividade. As experiências mais marcantes e duradouras são oriundas de relações conexas e bem engendradas: O educando que apreende a lição e se apaixona pela matéria lecionada; os enamorados que se alimentam da lembrança um do outro; o turista que para extasiado ante a deslumbrante paisagem; o leitor que se apega ao livro etc.
Conectividade gera o insight produzido no cenário analítico; gera a química da paixão à primeira vista; gera a identificação do fã com seu ídolo; gera o religare entre o homem e Deus; gera a compreensão do educando que elabora o ensinamento mediado pelo mestre que leciona; gera no vendedor de sucesso a satisfação da necessidade real de seu cliente; gera no leitor o fascínio pela história escrita; gera no líder a disposição de servir, mais do que ser servido.
O entusiasmo e o afeto sustentam a conectividade até certo ponto, depois é a conectividade que sustentará ambos.
Quanto menos conectividade mais sem graça e irrelevante serão os objetos e os indivíduos. Mais apáticas serão as relações pessoais, tal qual mais insignificante serão para si as pessoas conhecidas, quem dirá as estranhas. Quanto mais conectividade, mais fascinante será aquilo que se faz e muito mais vibrantes serão as relações, seja entre par educativo, entre sócios empresários, entre colegas de trabalho, entre consortes e até entre estranhos no primeiro contato.
Conectividade exige tempo de qualidade, apreço, empatia, simpatia, humildade, desprendimento e generosidade, tudo junto, traduzido no gesto de parar e pensar o outro como jóia de diamante na vitrine da vida. Exige ouvir o outro nas brechas de seu silêncio. Exige ler o outro em suas expressões não verbais. Quem tem esse preparo? Quem tem essa disposição? Quem quer ser o expectador do diamante ou o leitor do livro quando na verdade a maioria quer ser o diamante cobiçado ou livro apreciado? Um objeto não anseia outro objeto, pessoas sim! Por isso perdem frequentemente a conectividade.
A conectividade que nos falta é fruto de uma vida corrida, absurda e irracionalmente competitiva, mas também de uma cultura hipócrita, cujas crianças são educadas para se darem bem sempre, a despeito do que façam, desde que pareçam socialmente admiráveis e respeitáveis. Esmeram-se na arte da esquiva e dissimulação, mais do que na conectividade.
Conectividade gera completude e bom senso, enquanto a desconexão gera individualidade, no sentido mais pejorativo e egoísta da palavra. A pessoa conectada é mais assertiva em suas colocações e intervenções, enquanto a pessoa desconectada mal sabe a hora de falar ou de calar, cometendo toda sorte de ações desastradas e indiscrições. Isso vale para a sala de aula em colapso; para o improdutivo grupo de trabalho ou para o matrimônio em convulsão. é tudo falta de conectividade!
A desconexão entre pessoas é uma estratégia vigarista para fragilizar os grupos de influência. Essa estratégia interessa muito a quem precisa de pessoas fracas, indecisas, vulneráveis e suscetíveis ao sugestionamento.
As personalidades mais expressivas e mais bem sucedidas da história da humanidade mantinham elevada qualidade de conectividade com as pessoas à sua volta, com suas metas pessoais e com os interesses comuns mais sublimes. A conectividade é quem torna sublime aquilo que se é e que se faz em conjunto e fortalece as pessoas dos grupos de influência.
Quer ainda mais sucesso e prosperidade em sua vida espiritual, amorosa, acadêmica ou profissional? Então conecte-se! Invista ainda mais em conectividade com as pessoas à sua volta e envolva-se com seus interesses comuns mais nobres.

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